Por Erick Ferreira
UM DOS FATOS QUE CORROBORARAM a deposição de Dilma Rousseff em agosto deste ano por "crime de responsabilidade fiscal" foi a realização de operação de créditos entre a União e o Banco do Brasil no âmbito do Plano Safra em 2015, violando o art. 36 da Lei de Responsabilidade Fiscal que ipse litteris declara:
"É proibida a operação de créditos entre uma instituição financeira estatal e o ente da federação que a controla, na qualidade de beneficiário do empréstimo".
Em outras palavras, significa que o governo não pode emprestar dinheiro de um banco publico.
E este empréstimo foi feito para que finalidade? Para falsear um aumento na contabilidade fiscal (que não aconteceu como esperado) e assim, alcançar um superávit primário ideal.
O valor retirado ilegalmente do Banco do Brasil, assim como da Caixa Econômica Federal e do BNDES, segundo o TCE, foi de mais de 40 bilhões de reais.
Pois bem, as consequências destas operações fraudulentas não tardaram em vir a tona.
O Banco do Brasil recentemente anunciou que irá fechar mais de 400 agências em todo país. Aumentando, assim, de forma astronômica o numero de desempregados que se formou durante o governo Dilma e continua a crescer em ritmo acelerado após o impeachment.
Não obstante a face cruel deste governo e seus frutos podres, uma multidão de idiotas uteis, tão fora da realidade quanto suas utopias, repete e crê piamente que "um governo legitimo foi deposto" e que o processo de Impeachment foi um "golpe parlamentar." Acusações que beiram a loucura! Sintomas que nos remetem a uma patologia mundialmente conhecida como "Síndrome de Estocolmo", que consiste na paixão da vitima por seu agressor.
Atitudes que nos deixam ainda mais estarrecidos quando vemos estes indivíduos, -- que repetem em uníssono jargões que foram condicionados a repetir por outros marxistas, igualmente alienados -- afirmarem de cabeça erguida que "pensam criticamente". Um verdadeiro insulto à inteligência e às pessoas que aprenderam a pensar criticamente a sociedade e a si mesmos.
Se ao menos se reclusassem em seus devaneios, mas saem às ruas para defender o governo que os roubou e a ilusão na qual foram condicionados a crer.
Há sinal mais claro de alienação do que os manifestos por essas turbas trajadas de vermelho? Acredito que não.
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